Então, querida, agora
Me abrace com seus braços de amor
Beije-me sob a luz de mil estrelas
Coloque sua cabeça em meu coração que bate
Estou pensando alto
Talvez tenhamos achado o amor bem aqui, onde estamos
Ed Sheeran. 

(Source: abulia-s)

(Source: as-if)

(Source: disrespectfully)


(Source: dulicit)


(Source: edsheeran)

Mais ou menos não rende papo, não faz inverno nem verão, não exige uma longa explicação. É melhor estar alegre ou estar triste, mais ou menos é a pior coisa que existe.
Gabito Nunes.  

(Source: Expurgar)


(Source: octopussoir-)

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(Source: weheartit.com)

Todos deveriam ter um lugar favorito no universo, um lugar que dê a sensação de que você vai escapar do que for, de seja lá o que você está sentindo. Aquele lugar onde as pessoas de quem você gosta vão te procurar quando você provavelmente sumiu por não aguentar a barra, como acontece no cinema, quando os personagens estão perdidos, prostrados ou loucos de amor.
Gabito Nunes. 

(Source: brisaado)

Eu tenho medo que você seja um caminhão de luz que me esmague e me cegue na frente de todo mundo. Eu tenho medo de ser um saquinho frágil de bolinhas de gude e de você me abrir. E minhas bolhinhas correrem cada uma para um canto do mundo. E entrarem pelas valetas do universo. E eu nunca mais conseguir me juntar do jeito que sou agora. Eu tenho medo de você abrir o espartilho superficial que aperto todos os dias para me manter ereta, firme e irônica. Minha angústia particular que me faz parecer segura. Eu tenho medo de você melhorar minha vida de um jeito que eu nunca mais possa me ajeitar, confortável, em minhas reclamações.
Tati Bernardi.

(Source: antigapoetisa)

Você me fez lamber, roçar a barba. Sua coxa foi parar na minha cara, você beijou minha canela, eu lambi seu dorso, você esfregou os peitos no meu umbigo, eu cheirei seu joelho, você mordeu minha bunda, eu beijei os seus olhos. Eu nunca transei num primeiro encontro e queria muito saber se isso conta como sexo. O que foi isso, afinal? Foi louco, foi bom, foi íntimo, foi mágico, foi vinho, e mesmo sem penetração, foi sexo, embora nossas genitálias não tenham sido formalmente apresentadas. Minha cara dizia tudo. Eu estava experimentando uma coisa que a maioria não tem nem ideia que existe. Num impulso ela pulou de volta, montando no meu corpo na horizontal, mole e nulo e inerte, totalmente sem gozar concretamente. Me encheu de pequenos beijinhos ininterruptos falando “Isso foi estranho, não foi?” Poxa, se foi. “Você não imagina o que sou capaz de fazer com o primeiro cara que me pedir em namoro”. E foi nessa hora que eu a convidei para morar comigo.
Gabito Nunes.

(Source: ga-bi-to)

(Source: melisica)

Eu sou a consequência de decisões erradas, estradas contrárias, tentativas falhas. Eu sou quem você esbarra na rua e vira a cara. Eu sou aquela que acena com as mãos trêmulas e ninguém sorri de volta. Eu sou a menina estranha, a garota bizarra, a pessoa torta. Quem eu penso ser, não sou mais já faz um segundo e meio. Quem eu era, deixei de ser. Tédio, comodismo, vazio. O que importava deixa de ser importante. Eu sou aquela que esquece pessoas e coisas pelos cantos da casa. E também a que tropeça nessas coisas e pessoas em momentos inoportunos. Aquela que costumam não lembrar, também sou eu. Possuo várias formas em um só corpo. Às vezes, mais alma. Outras, mais carne. Sou o verso rabiscado que ninguém lê, a pagina rasgada que ninguém vê, o livro manchado que ninguém quer. Muitas vezes menina, tantas outras vezes mulher. Sou a ferida que nunca cicatriza. O guarda roupa lotado, os armários empoeirados, os porta-retratos sem retratos. A apatia. Eu sou quem a vida escolheu pra ser o maior exemplo de solidão, mas também sou quem ninguém nunca escolhe pra ser uma gota de felicidade. Tentar, tentar e tentar é estar pedindo pra quebrar a cara milhões de vezes. Se existe alguém que almeja tudo e não consegue nada, esse alguém sou eu. Sou eu. Eu e os meus livros infinitamente melhores do que qualquer outra companhia. Eu e meu cabelo que não é nem liso, nem cacheado. Eu e as minhas roupas sem marcas. O meu sinal de nascença na ponta do dedão do meu pé e eu. Eu e as minhas cortinas laranjas-desbotadas. Eu e aquele meu casaquinho lilás sem botão. Tanto eu pra pouco eu em si. Não sou o que ninguém espera de alguém. Não sei ser quem eu espero ser. Uma incógnita insignificante no meio da equação é descartada: Complica o cálculo, confunde a mente, se torna perda de tempo. Uma incógnita no meio de uma redação é burrice: Sem sentido, sem nexo, inútil. Uma incógnita no meio da vida é insignificante: Sou eu.
Capitule. 

(Source: capitule)

E seguiu tocando a vida. Porque, no fundo, sabia que era tudo o que podia fazer. Viver e ter esperança.
A Cidade do Sol.   

(Source: trecho-de-livros)

Laissez-faire laissez-passer